Arte Hermética has the purpose of artistic expression beyond the traditional means used (painting, sculpture, literature, poetry, dramaturgy among others) mainly in the forms of expression of the unconscious, diving in deeper strata of the human psyche, whose frontier is the Unknown. When a internal goal-processing takes place, doubtlessly we have become Hermetics.

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

WALDICK GARRETT

Escritor brasileiro, nascido em 1973, Curitiba, PR. Seu estilo literário contemporâneo, um tanto sombrio e ousado, preserva resquícios clássicos das antigas histórias de terror.
Foi laureado com importantes títulos no Brasil e no exterior, como o de Comendador Literário Internacional, BR-PO, em evento luso-brasileiro no Prédio Itália, em SP, pela Suprema Ordem Internacional Imperatriz Teresa Cristina, Grau Cavaleiresco, e Centro Cultural Brasil Interativo. Foi indicado a receber a Faixa Grã-Cruz, pertencente ao Imperador D. Pedro II, como destaque da cultura internacional, integrou a UBE - União Brasileira de Escritores e tornou-se membro efetivo da respeitada ACCUR – Academia de Cultura de Curitiba. É também Oficial da PMPR, Bacharel em Direito pela PUC/PR, com publicações na área técnica-jurídica.
Ainda que descendente do Poeta Português Almeida Garrett, seu principal foco é uma literatura ficcional de suspense e terror, muito diferente do seu afamado antecessor.
Após a publicação da obra "Manuscritos de Sangue", Ed. Novo Século, que o consolidou como escritor no estilo, tanto Garrett quanto seus fãs aguardam a publicação de seu novo livro, intitulado 03:33, cujo teor ainda é mantido em segredo.

A Obra e o Estilo
O “Manuscritos de Sangue”, sucesso entre os aficionados pelo gênero, nasceu em meados de 1998 e somente se materializou em uma obra definitiva em 2003, quando o autor decidiu reunir 13 contos premiados, tendo sempre o zelo de encaixá-los dentro de uma leve fusão harmônica, quer seja pela forma da escrita ou pela complexidade dos enredos, mesclando sempre o suspense, o mistério e o terror.
Inseriu então o posfácio, imaginando, à época, se a editora concordaria em manter as notas finais explicativas, que relatam curiosidades, o que é verdadeiro ou ficcional em cada enredo, caso aceitasse a sua publicação.

O resultado foi um livro que mescla diversos medos, ansiedade e surpresas. Houve manifesto de pessoas que, embora não apreciassem o estilo, elogiaram a obra pela sutileza, elegância e ousadia.



Em 2009 foi lançado "A Sete Palmos" cuja sinopse já mostra o que esperar...
Em 'A Sete Palmos', o leitor encontrará um homem doente, assombrado por uma maldição de infância; um promotor de justiça recém empossado, designado a uma estranha cidade infestada de habitantes enigmáticos; um homem atormentado em uma noite de letargias e tragédias; quatro amigos em uma rodada rotineira de pôquer presenciando desaparecimentos inexplicáveis e fatos surreais; um casal que após sobreviver a um terrível acidente aéreo é levado a uma afastada e sombria vila no meio das cordilheiras; uma neblina estranha, mortal, que desviará o curso da humanidade; um policial aposentado, e sua fiel pistola, que estará prestes a enfrentar os piores horrores da sua profissão. A Sete Palmos - O Julgamento Chega Quando Você Menos Espera
 
De acordo com o jornalista paranaense Luiz Geraldo Mazza, Almeida Garrett nesse livro trata a morbidez, a narrativa entre a vigília e o sonho, o pesadelo e o sonambulismo, vetores constantes de sua literatura que navega na tensão dialética entre a realidade e a aparência, o lógico e o fantástico, o racional e o absurdo. A vida é um mosaico dessas colagens quando vertida em ficção.
Para contato com o artista:
https://www.facebook.com/waldick.garrett

Waldick Garrett – 2008©


segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

WAGNER MOLOCH
















A obra do artista teve início na infância, onde modificava os brinquedos e artefatos caseiros que possuía, exercitando sua criatividade. Mas isso não teve continuidade. Em 1996 retornou ao trabalho e optou pela técnica da escultura e modelagem, porque não encontrava os modelos artísticos que desejava. Inicialmente criou uma personagem, um alienígena. Percebeu que o resultado ficou acima da média, e assim resolveu seguir com esse trabalho, tendo como principio não basear-se em nenhum modelo pré-estabelecido, ou seja, não copiar e apenas criar.

Com a experiência conseguida passou a empenhar-se em buscar outros materiais, como madeira, metal, arame, vidro e também outras opções encontradas durante suas caminhadas.
Certa vez encontrou a carcaça de um animal, interessou-se pela sua forma e então usou seu crânio para criar um trabalho.


Gostou do resultado e achou interessante utilizar os outros ossos do animal. Desse trabalho surgiu um trono de forma bem original.


Partindo da idéia do trono criou castiçais (unitários e triplos), incensários, luminárias. Com base nessas obras, tem desenvolvido outras formas para o uso de ossos em seus trabalhos. O problema é que se trata de um material escasso.

O artista está sempre pesquisando materiais diversos, explorando sempre o seu impulso criativo, pois muitas vezes as boas descobertas acontecem da necessidade de experimentar novas matérias primas, em especial, as mais inusitadas.
 
Mesmo que não sejam concluídas com êxito desejado pelo artista, suas criações podem ou não ser retomadas, dependendo da atmosfera de momento que envolve o processo de criação. Até então, o artista expôs seus trabalhos em eventos musicais, casas noturnas e congressos ufológicos. Seu objetivo é, futuramente, montar a sua própria exposição, o que lhe dará mais possibilidades de explicar seus trabalhos.
 


















Para ele cada peça tem seu objetivo pessoal no momento de sua concepção, normalmente exterioriza um sentimento com respeito a certo tema. Algumas são de total repúdio a fé cristã e a outras religiões que são tão castradoras e retrogradas à evolução humana. Outras são homenagens a temas que o agradam, dentro do Ocultismo e Para-ciências, e também expor o quão sensível e descartável é o ser humano.

A arquitetura de algumas civilizações antigas, como as sul-americanas, asiáticas, européias e africanas tocam-lhe profundamente. Os trabalhos de alguns artistas de rua agradam-lhe muito. Inclusive, o trabalho que ganhou de um deles é o que realmente o motivou a trabalhar com artes e o fez retomar seu sonho de infância.
 
Com respeito a pintores, nomes como Bosch, Da Vinci, Bruegel, Dali e Magriti o fazem refletir sobre a magnífica capacidade do homem de reproduzir suas idéias e mundos.Autores, poetas e músicos completam o universo em que vive.


















Como psiconauta, também capta recursos de sua mente durante os transes em que o envolve nas madrugadas solitárias de seu ambiente particular, envolto pelas sonoridades mais estranhas aos ouvidos menos preparados.

Nas palavras do próprio artista:  "Músico entusiasta, exploro o sinistro, depressor, psicodélico, obscuro, hipnótico... "


Seus trabalhos e participações musicais podem ser vistos em
 http://www.wagnermoloch.com.br
 

Para contato com o artista:

https://www.facebook.com/wagnermoloch